Dashboard: Como criar gráficos para tomar decisões.

A tomada de decisão em uma empresa, para ter maior eficiência, precisa ser pautada em dados. Por isso, a construção de um dashboard pode facilitar a visualização dessas métricas e te ajudar na hora de decidir os rumos do seu negócio.

Mas você ainda não sabe como criar um dashboard claro e explicativo para sua empresa? Não se preocupe. Neste post vamos te ajudar a montar um perfeito para seu negócio.

O que é um Dashboard?

Dashboard é um painel de indicadores, que também é conhecido como painel de bordo ou controle, resumindo tudo que há de mais importante a ser monitorado somente em uma tela.

Ou seja, é uma ferramenta utilizada para ter uma visão geral de todos os processos de sua empresa e seus resultados de uma maneira simples e visualmente fácil de interpretar, facilitando assim, as suas tomadas de decisões.

É por meio dos dashboards que é possível fazer previsões e mensurar tendências, possibilitando que a equipe diretiva tome decisões assertivas no momento certo. 

Além disso, informações críticas como queda de vendas, lentidão na entrega, grau de satisfação da sua clientela, tudo isso torna-se insights para antecipar problemas que possam ser reparados.

Agora que você já sabe o que é um dashboard e sua utilidade, vamos te mostrar um passo a passo para que você consiga criar o seu da melhor maneira possível e com os devidos cuidados. Vamos lá!

1. Escolha quais dados vão ser mostrados

Antes de montar o seu dashboard é imprescindível que você saiba o que de fato será apresentado nele. 

Certamente você já tem uma base de dados bem atualizada, a mais automatizada possível, e que consiga lhe oferecer informações já qualificadas sobre o assunto em questão.

Então, a próxima tarefa que você fará é olhar esse material que você tem em mãos e defina o que é realmente relevante a ser acompanhado durante todo o tempo. 

A partir daí, faça uma lista de prioridades, conseguindo manter um equilíbrio do que será mostrado, quanto aos seus indicadores, números e gráficos.

Uma boa ferramenta que pode te ajudar a priorizar as métricas é a matriz de impacto criada pelo time de Marketing do Google, onde define para quem será cada métrica e de quanto em quanto tempo ela deve ser observada.

Matriz de Impacto por Think With Google

A grande sacada é entender que um dashboard bem feito não é aquele cheio de itens, complexo demais, com diversos gráficos e indicadores que só fazem nos deixar perdidos. 

O ideal mesmo é aquele que, de forma extremamente objetiva, mostre o que é preciso para quem vai ver ele. 

2. Respeite os limites da tela onde o dashboard aparecerá

Se você chegou ao ponto de precisar de um dashboard é porquê tem muitos dados e, assim, terá que filtrar o que há de mais importante para ser comparado. 

Sendo assim, não sabote o seu dashboard incluindo mais coisas do que cabe na sua tela.

Pois, se você colocar números e gráficos demais ao ponto de precisar ficar rolando a sua tela ou abrindo outras divisões, isso só significa que você ainda não conseguiu evoluir seu dashboard. 

Nesse caso, com certeza será necessário que você corte as informações que estão sobrando ou então faça uma distribuição melhor dos itens que você selecionou.

3. Escolha muito bem as cores (elas importam sim)

Lembre-se que seu dashboard é uma ferramenta de trabalho. Por isso, você deve ser muito criterioso na hora de definir as cores que irá trabalhar nele. 

Pois, você passará muito tempo olhando para ele e isso não pode se transformar em algo que cause desânimo ou vire um problema.

Cores fortes demais acabam te cansando e gerando estresse. Isso pode fazer com que você perca a energia do trabalho ou, sem perceber, acabe largando o dashboard de lado.

Portanto, o melhor a fazer é encontrar tonalidades que não sejam muito agressivas aos olhos, mas que tenham um bom contraste.

Lembre de investir um tempo para calibrar tudo da melhor forma possível. 

Se você quiser, pode até adotar um padrão para cada tipo de assunto ou área. Assim, temas correlacionados ficam mais fáceis de serem agrupados e interpretados.

4. Use gráficos adequados a cada métrica

É importante você saber que cada tipo de análise requer um modelo de gráfico. 

É óbvio que é possível analisar a mesma situação de várias formas diferentes, mas o que queremos te sinalizar é que a forma com que você representa um contexto interfere diretamente na maneira que o interpretará.

Por isso, é imprescindível você avaliar quais assuntos e dados devem ter o mesmo tipo de apresentação, para que possam ser interpretados com base no seu histórico. 

Por exemplo, talvez seja melhor utilizar barras e linhas, ao invés de um gráfico de pizza comum. 

Entender qual o aspecto da sua informação é o que importa, daí você irá definir qual gráfico usar.

5. Inclua alertas de forma moderada

Ao abrir seu dashboard, você precisa conseguir entender rapidamente todo o contexto que está sendo representado nele. 

Portanto, configure o seu dashboard para que ele te sinalize objetiva e rapidamente caso algum indicador esteja em um nível muito fora do padrão.

Geralmente este tipo de alerta é usado para mostrar que houve um problema no meio do caminho, ou que está indo nessa direção. 

Como no exemplo abaixo, onde mostram setas em vermelho e verde, mostrando que o desempenho foi ruim ou positivo respectivamente.

Conclusão

Tomar decisões assertivas com um dashboar se torna uma tarefa bem mais “fácil”.

Por isso, seguindo todos esses passos de maneira correta, na hora de criar seu dashboard, você terá as melhores condições de montar uma ferramenta de gestão que realmente funcione.

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